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Martinelli afirma que pode atuar na direita e elogia Neymar em recuperação

Por Bruno Sampaio | Atualizado em 23/06/2026 às 11:43
Nelson Terme/CBF/Direitos Reservados
Leitura: 3 Min
Última Atualização: 23 de junho de 2026, às 11:43

O atacante Gabriel Martinelli está preparado para o confronto decisivo da seleção brasileira contra a Escócia, que acontecerá na próxima quarta-feira (24), às 19h (horário de Brasília), em Miami, nos Estados Unidos. Embora sua preferência seja atuar na ponta esquerda, Martinelli declarou que está disposto a jogar na direita, caso o técnico Carlo Ancelotti assim o necessite.

A situação se tornou uma possibilidade após a lesão de Raphinha, que sofreu um problema no músculo posterior da coxa direita durante a vitória do Brasil por 3 a 0 sobre o Haiti, realizada na última sexta-feira (19) na Filadélfia. Com isso, Martinelli, que atua no Arsenal e possui perfil destro, surge como uma alternativa viável.

Em coletiva realizada na segunda-feira (22) no The Ridge, hotel onde a seleção está hospedada em Nova Jersey, Martinelli comentou: “Primeiro, a gente fica triste pelo que aconteceu com o Rapha. Temos muitos jogadores de qualidade na frente. Eu, particularmente, prefiro jogar pela esquerda, mas no Arsenal já fiz a ponta direita. Estamos todos dando o melhor para estarmos preparados. A decisão é do mister”.

Além de Martinelli, outros atacantes como Rayan e Luiz Henrique são cotados para assumir a posição na direita, mas o atleta do Arsenal já demonstrou que pode se adaptar a diferentes funções. Ele relembrou uma experiência anterior em que jogou na direita durante um amistoso sob a orientação de Ancelotti, quando o Bukayo Saka se lesionou.

O atacante ressaltou a importância do jogo contra a Escócia, destacando que a vitória é fundamental não só para a classificação, mas também para a logística do torneio. “Se ficarmos em primeiro, permaneceremos nos Estados Unidos durante todo o mata-mata e continuaremos baseados em Nova Jersey, que é muito melhor”, afirmou. Caso o Brasil termine em segundo lugar, terá que jogar os 16 avos de final no México, o que acarretaria em uma mudança de logística.

Martinelli ainda falou sobre a Escócia e os desafios que a equipe representa. “Com certeza, será um jogo muito difícil. A Escócia tem jogadores de qualidade na frente. Temos o [meia John] McGinn, do Aston Villa, e o [lateral Andy] Robertson, do Liverpool, que são jogadores de alto nível”, disse. O jogador também elogiou o lateral Kieran Tierney, destacando sua rapidez e humildade.

A coletiva também trouxe à tona a recente recuperação de Neymar, que voltou aos treinos após uma lesão na panturrilha. Martinelli afirmou que todos estão prontos para se dedicar ainda mais para potencializar o desempenho do camisa 10. “A gente correria 20, 30% a mais para potencializar o Ney ou o [atacante] Vini [Júnior], quem quer que seja”, declarou o atacante, enfatizando a importância de cada jogador na busca pelo título.

“Ele [Neymar] está em um nível muito alto e a intensidade dele nos treinos mostra que está querendo muito. Ficamos felizes de ter um jogador como ele ao nosso lado”, concluiu Martinelli, expressando confiança na equipe e na capacidade de conquistar a Copa do Mundo.

O Brasil segue sua preparação para o duelo decisivo, com o foco na vitória que garantirá a liderança do Grupo C e facilitará o caminho nas etapas seguintes do torneio.


23 de junho de 2026|Fonte: Agência Brasil|Foto: Nelson Terme/CBF/Direitos Reservados|Redação: Bruno Sampaio|Fonte da Informação ↗

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Editor sênior especializado em apuração ágil e produção orgânica. Respeita os princípios de E-E-A-T do Google Search e constrói conexões semânticas precisas.

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