Nesta eleição, o PT vai colher o que semeou, e será o início de seu fim

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Charge do Wilmar (Arquivo Google)

Antonio Fallavena

É difícil debater com torcedores apaixonados. Vejam o caso dos petistas e seu líder. Política precisa ser feita com verdade, bom senso, equilíbrio e tudo mais que possa nos levar a decisões corretas e sensatas. Não pode ser como o futebol. Quem aceita qualquer coisa recebe qualquer coisa. Sempre busquei o melhor e o máximo, lutando para que estejamos próximos aos conceitos que prego e defendo.

Já escrevi muito sobre o PT quando nasceu, quando cresceu e quando se corrompeu. O PT, em muito breve, colherá o que semeou.

INÍCIO DO FIM – No começo, todos eram corruptos, menos ele. Chegando ao poder, a facção que o criou, interna e ideologicamente, já tinha dominado os demais petistas. A maioria eram pessoas simples e/ou se consideravam excluídos. A cabeça da serpente usou a todos eles. Esta mesma facção se apoderou da direção do partido e depois dos negócios que sempre condenou.

Este ano, os resultados nas urnas mostrarão o início do fim do PT. E a Lava Jato continuará seu trabalho: mais cadeias, mais condenados, novas descobertas de roubos antigos.

O PT nasceu nas urnas e nelas terminará. É o plantador colhendo o que semeou

AO CULPADOS – Me permitam perguntar, mais uma vez: quem nasceu primeiro, o governo ou a sociedade? Quem criou quem? Os governos e os governantes têm muito da sociedade, para não dizer que têm tudo da sociedade. Se estão errados, fomos nós que erramos (se não nós, pessoas como nós).

A falta de valores na sociedade produz governos sem valores. Enquanto buscarmos responsabilidades nos outros, não estaremos assumindo as nossas.

Basta ter algum conhecimento para verificar como está o país. Nenhum governante, sem que tenha apoio da grande maioria da sociedade, fará alguma coisa em quatro anos. E só poderá ficar no poder se continuar dividindo o bolo com os mesmos comensais.

UM SACRIFÍCIO – Nas últimas décadas, confesso que votar, para mim, tem sido um dilema e um sacrifício. Este ano, no primeiro turno votarei no candidato menos pior. Se ele não passar ao segundo turno, terei de votar num ainda pior do que o escolhido anteriormente.

Dou valor ao voto, mas dou muito mais valor à minha consciência. Bem sei, a imensa maioria dos brasileiros nem sabe o que é isso.

Na verdade, o mundo que vamos deixar para os nossos filhos depende dos filhos que vamos deixar para o nosso mundo. O mesmo critério vale para o país.

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